CHIQUINHO DA MANGUEIRA

Projeto de Lei visa implantação de Educação Física Adaptada nas escolas

Foi aprovado em primeira discussão na sessão desta terça-feira (28), no Plenário Barbosa Lima Sobrinho, da ALERJ, o projeto de lei 486/2015, de autoria do deputado Chiquinho da Mangueira, que dispõe sobre a prática de educação física adaptada.

A proposta autoriza a implantação do Programa de Prática de Educação Física Adaptada nas escolas públicas do Estado do Rio de Janeiro, que tem, entre outros objetivos, garantir a inclusão do aluno com deficiência a atividade física e esportiva; promover a capacitação de professores e técnicos, da área de educação física, no tema de inclusão social; garantir a adequação dos espaços físicos das escolas nos termos da legislação vigente no que tange à acessibilidade; promover o atendimento educacional dentro da escola ou garantir o acesso quando, necessário em outra instituição educacional; e trabalhar de forma integrada com entidades que prestem serviços educacionais para pessoas com deficiência.

Segundo o deputado Chiquinho da Mangueira, diversos instrumentos legais foram implementados pelo governo federal, a fim de garantir que todas as pessoas, independente de limitações físicas, motoras, sensoriais ou cognitivas, tenham acesso irrestrito à educação, ao esporte e ao lazer em quaisquer estabelecimentos públicos.
Porém, a realidade das escolas contraria a estes direitos. A maioria das crianças com deficiências não tem estímulos ou até mesmo se acham incapazes de executar as atividade proposta, e acabam não tendo participação nas aulas de Educação Física.

“A Educação Física escolar abrange uma grande quantidade de conteúdos nos quais tem como objetivo o desenvolvimento tanto no sentido motor como psicomotor, é evidente a grande importância que ela tem na vida e no desenvolvimento do ser humano, desde sua infância até chegar à fase adulta. Então é preciso que seja trabalhada a inclusão de crianças ou adultos com alguma necessidade especial, utilizando da Educação Física Adaptada como meio”, justifica o deputado em seu projeto.

O projeto ainda voltará para o plenário em segunda votação. Se aprovado novamente, vai a autógrafo pelo governador e se transforma em lei.

 

Foto: Nova Escola

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